ATLAS DAS IDEIAS
Tecnologia do Blogger.

Publicidade

RESPONSIVE ADS HERE

Ad Code

Subscribe

Socialize

Ads

ads 600

Publicidade

About

Denunciar abuso

Subscribe Us

Pesquisar este blog

Arquivo do blog

Like Us

Subscribe Us

Flickr

Ad Space

Responsive Advertisement

Publicidade

Quem sou eu

Labels

About Me

About Me
Hi, I am Sabnum Sucree. Professional Blogger and writer. I like to share my knowledge and experience. Thanks for visiting my site.

Mobile Logo Settings

Mobile Logo Settings
image

Mobile Logo Settings

Mobile Logo Settings
image

Mobile Logo Settings

Mobile Logo Settings
image

About Me

About Me
Hi, I am Sabnum Sucree. Professional Blogger and writer. I like to share my knowledge and experience. Thanks for visiting my site.

Mobile Logo Settings

Mobile Logo Settings
image

Beauty & Spa

5/recent/post-list

Labels

Mobile Logo Settings

Mobile Logo Settings
image

Subscribe Us

Recent Posts

3/random/post-list

Categories

Recent in Fashion

3/Fashion/post-list

VOLTAR A PAGINA INICIAL

Pages

Pages - Menu

Pages - Menu

Pages - Menu

Popular Posts

Secondary Menu

MATERIAIS

MUST READ

BENIN: O IMPÉRIO DE BRONZE



  Se você pensa que cidades inteligentes e muros colossais são invenções da modernidade, o Reino de Benin está aqui para provar que o passado era muito mais "tech" do que os livros antigos costumavam contar. Esqueça aquela imagem de vilarejos simples; estamos falando de um império que, entre os anos 1200 e 1897, foi o centro nervoso de poder e inovação na África Ocidental.

   A Cidade de Benin era o coração desse império. Enquanto Londres ainda lutava contra a escuridão e o caos urbano, Benin já era descrita por viajantes holandeses no século XVII como uma metrópole magnífica, com ruas largas e retas que pareciam ter sido desenhadas com régua e esquadro. O mais bizarro? Alguns matemáticos modernos sugerem que o layout da cidade seguia padrões de fractais (formas geométricas que se repetem), o que mostra um nível de planejamento urbano que hoje só vemos em softwares avançados.

E por falar em construção, precisamos falar das Muralhas de Benin. Elas não eram apenas muros; eram um sistema defensivo de fossos e aterros que se estendia por quilômetros. Estimativas sugerem que a rede total de muros na região chegava a 16 mil quilômetros! Isso é quatro vezes o comprimento da Grande Muralha da China, construída com um esforço de engenharia que consumiu milhões de horas de trabalho humano.

Obá recebendo um grupo de embaixadores portugueses no século XVI

    Mas o que realmente colocou Benin no mapa da imortalidade foi a sua indústria do bronze. Os artesãos locais não eram apenas artistas; eles eram mestres da metalurgia. Através da técnica da "cera perdida", eles criavam placas que funcionavam como um "Instagram histórico": cada relevo contava uma vitória militar, uma cerimônia religiosa ou a linhagem dos Obas (os reis). Quando o exército britânico invadiu a cidade em 1897 e levou essas peças para a Europa, os especialistas de lá ficaram em choque. A técnica era tão superior a qualquer coisa que a Europa produzia na época que eles chegaram a inventar teorias absurdas de que "seres de outro mundo" ou gregos perdidos teriam ensinado os africanos. Spoiler: era apenas puro talento e ciência local.

  Hoje, a história de Benin é um símbolo de resistência e de um passado brilhante que nos convida a questionar: o que mais as civilizações africanas criaram e que o mundo ainda está redescobrindo?



📝🔍 DESENVOLVA


01- O texto compara as placas de bronze a um "Instagram histórico". Explique qual era a função social e política dessas obras de arte para o Reino de Benin.

02- De que maneira a reação dos europeus ao encontrar a arte de Benin reflete a tentativa de apagamento histórico das capacidades intelectuais africanas?






Fontes confiáveis e científicas: 

SOUZA, Marina de Mello e. África e Brasil africano. 2. ed. São Paulo: Ática, 2007.


Nenhum comentário:

Postar um comentário