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A ANTROPOFAGIA (CANIBALISMO) ENTRE OS INDIGENAS

 (EF06HI05) Descrever modificações da natureza e da paisagem realizadas por diferentes tipos de sociedade, com destaque para os povos indígenas originários e povos africanos, e discutir a natureza e a lógica das transformações ocorridas.




  Os povos indígenas que praticavam a antropofagia (ato de comer carne humana) não o faziam por fome ou escassez de alimentos, mas por motivos rituais, simbólicos e culturais. Em algumas etnias, consumir o corpo de um ente querido era entendido como uma forma de homenagem e continuidade da vida: mães e pais, por exemplo, podiam ingerir restos mortais de seus filhos como sinal de afeto e respeito.

Entre as práticas mais conhecidas estava a antropofagia guerreira, em que o corpo de inimigos aprisionados era consumido em cerimônias coletivas. Esse ritual seguia um processo elaborado: o prisioneiro, antes da execução, podia viver durante meses com a comunidade que o capturara, recebendo alimento, cuidados e, em alguns casos, até se casando com mulheres da aldeia.

No dia da cerimônia, outras aldeias eram convidadas para testemunhar a execução e a festa ritual. O ato de matar e devorar o prisioneiro tinha um significado profundo: era uma forma de vingança simbólica pelos parentes mortos em conflitos anteriores e, ao mesmo tempo, um modo de absorver as qualidades do guerreiro. Acreditava-se que, ao comer sua carne, os participantes herdavam sua força, coragem e bravura, perpetuando a memória do inimigo derrotado e fortalecendo o grupo.

Cenas de antropofagia no Brasil, Theodor de Bry. Gravura colorizada, 1596.










Fontes confiáveis e científicas:


MONTEIRO, John Manuel. Negros da Terra: índios e bandeirantes nas origens de São Paulo. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.

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